Resumo Avaliação da Aprendizagem

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Assunto: Resumo Avaliação da Aprendizagem

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Concepções, estratégias e importância dos resultados para a melhoria da qualidade do ensino.

 O que é avaliação escolar?

– Haydt (2003):
Avaliar é um julgamento sobre os resultados, comparando o que foi obtido com o que se pretende alcançar. A avaliação conduz a uma tomada de decisões, reorienta o educador e o educando está a serviço dos objetivos de ensino, do PPP e do currículo.

– Luckesi (2009):
A avaliação é um ato amoroso e dialógico que começa com o acolhimento do sujeito.
O valor da avaliação encontra-se no fato do aluno conhecer seus avanços e dificuldades, cabendo ao professor desafiá-lo a superá-las.
A metodologia deve estar centrada na perspectiva dialética.

– Libâneo (2004):
A avaliação tem o objetivo de diagnosticar os resultados dos alunos e também do sistema escolar, em âmbito nacional ou regional, visando reorientar a política educacional, a gestão do sistema e das escolas e ainda, a pesquisa.

– Freitas (2007):
É fundamental transformar a prática avaliativa e romper com a falsa dicotomia entre ensino e avaliação, como se esta fosse apenas o final do processo.

 LDB e avaliação:

 Objetivos da avaliação escolar

 Avaliação mediadora:
O professor planeja, realiza e avalia as situações didáticas com a finalidade de provocar mudanças de comportamento e a reconstrução constante do seu fazer pedagógico.
O professor deve combater avaliações conservadoras.

 Instrumentos avaliativos e sua relevância:
Trabalhos, provas, testes, relatórios, portfólios, memoriais, questionários, autoavaliação e outros.
Eles possuem fundamental importância, não devendo apenas atribuir notas, deve-se privilegiar a autoavaliação como parte do processo de autonomia, emancipação e autodireção.

 Níveis da avaliação
1) Avaliação da aprendizagem
2) Avaliação Escolar
3) Avaliação do Sistema Escolar

– Avaliação em larga escala:
ENEM – (cursando ou concluído o EM)
Prova Brasil – (5º ano do EF, 9º ano do EF e 3º ano do EM) SAEB – (5º ano do EF, 9º ano do EF e 3º ano do EM) Provinha Brasil – (2º ano do EF)
ENCCEJA – (Jovens e Adultos)

 Avaliação quanto a sua regularidade
1) Contínua (processual)
2) Pontual (de resultados)
 Os princípios da avaliação são:

1) Sistematicidade – inerente ao processo educativo, processual e contínuo.
2) Funcionalidade – deve haver consonância entre a avaliação e os objetivos.
3) Orientação – não deve servir para excluir, mas sim orientar o aluno.
4) Integralidade – entende o aluno como um todo.

 Aspectos relevantes da avaliação:

– A avaliação pode ocorrer de forma explícita e implícita.
– A avaliação deve constar no PPP e no plano de curso.
– A avaliação na perspectiva da construção do conhecimento exige do professor a concepção de que o sujeito deve ser crítico, criativo, participativo, com autonomia e capacidade de tomar decisões. O ensino deve privilegiar a participação e o diálogo.
– O erro deve ser visto como propiciador de aprendizagens e as dúvidas dos alunos consideradas como significativas.
– Na perspectiva cognitivista o aluno é avaliado pela quantidade de informação que consegue reproduzir, por meio de provas e exames.
– No comportamentalismo o professor constata o que o aluno aprendeu após a conclusão das etapas dos estudos.

 As funções da avaliação são:

Diagnóstica Formativa/processual Somativa/classificatória

– Realizada no início do processo de ensino e aprendizagem.

– Possui a função de sondar os conhecimentos prévios.
– Realizada durante todo o processo de ensino e aprendizagem.

– Reordena os rumos e fornece informações para o docente e os estudantes.
– Realizada ao final do processo de ensino e aprendizagem.

– Mensura o conhecimento, atribui notas e certifica.

 A avaliação para Libâneo (1994) é uma ação didática dinâmica e contínua do trabalho docente. É uma tarefa complexa que não se resume à aplicação de provas. E afirma que a avaliação cumpre as funções:

Pedagógico-didática Diagnóstico Controle

– Refere-se ao cumprimento dos objetivos gerais e específicos.

– Preparação dos alunos para as exigências da sociedade.
– Permite identificar os progressos e dificuldades dos alunos e atuação do professor.
– Refere-se aos meios e frequência das avaliações.

– Controle sistemático e contínuo

– Não se deve quantificar os resultados.

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Sobre Luiz Carlos M.

Experiência profissionais: professor de Ensino Básico, Professor em Institutos, coordenador pedagógico, diretor escolar. Prestou vários concursos municipais, estaduais, federais e seleções de escolas públicas e privadas obtendo boas colocações. Contato WHATSAP (88) 94457345

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